
No bar do China, lá na esquina
tem pastel de todo tipo :
“Cáni, quezo, pamitu”
Tem rango comercial
arroz, feijão, bife e coisa e tal
Entra toda gente
velho, pobre, rico, menina
nem todo mundo contente
só quem traga uma cana
acaba e finge sorridente...
la no bar do China...
Tem “sulasquino de flango”
bem temperado
tem bêbado capengando,
trabalhador mal humorado
tem tempurá, muito engordurado
Dono e dona, chinês
Emplegado blazilelo, “baiano”
as vezes pinta até boliviano
mas sempre tem freguês
Tem mesa onde come tudo junto
pode até ser mesa pra defunto
depois de uma briga parida
ou, vai ver, de bala perdida...
No bar do China, la na esquina
tem todo tipo de gente
tem pastel, petisco e aguardente
menino moço, irreverente
mini-saia de bonita menina,
lá na esquina...no bar do China !
4 comentários:
Passei pra te ler e aí está a China toda
gente como a gente
um bar e um pastel
e anonimos em cada esquina...
parabens sdde ab
Olhos de Folha Minha
Cíntia Thomé
.
Tão bem caracterizado esse poema. A gente vê a cena e se sente lá ou em tantos outros similiares. Adorei. bj
não falou do frango crocante !
rosa madalena kkkkkkk
Cintia...pois é, isso mesmo !...gente que a gente encontra com toda gente !...um beijo !
Adriana Godoy...se viu a cena então vingou e ganhou um pastel de "queso", tá ?...rsrs...um beijo !
Rosa Madalena...pois é !...como adivinhou ???...ja comeu lá no China da esquina ?....rsrs...um beijo !
Postar um comentário