Sou o que sou

Minha foto
Sampa, SP, Brazil
Sou terra, por ter razões. Sou berro, se aberrações. Sou medo, porque me dou. Sou credo, se acreditou
Mostrando postagens com marcador mpb. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mpb. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Samba pra Sandra



Sempre que te vejo,
Assim, de sobejo,
Não demora, vem um lampejo!
De repente, viver sempre e agora,
Raiando, como sol de primeira hora
Alvorada nossa, que inda aflora...

Regalar-me em teu beijo
Encantar-me em teu sorriso
Girar a fronte, e de improviso
Imagina-la em todo desejo
Navegando em teu horizonte
Ainda é como te sinto e vejo...

domingo, 21 de junho de 2009

Rio, sempre Rio ! (música)



Rio de Janeiro, o teu carisma é nosso esmero
Rio de Janeiro, o teu Cristo é o teu desvelo
Rio de Janeiro, o teu clima é nosso apelo
Rio de Janeiro, o teu dom é ser modelo
Rio de Janeiro, a tua beleza é um exagero !


(uma singela homenagem em forma de som,
à Cidade Maravilhosa - de todos os tempos)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Joeira ( pro pai Hermeto)

Música Instrumental (uma singela homenagem
ao Grande Bruxo-Gênio de todos os tempos
"Hermeto Pascoal")
Dedicado tambem ao querido amigo, grande Poeta e
compositor ANIBAL BEÇA, da Academia Amazonense
de Letras.


Do Aurélio : joeira
[De joio + -eira, com dissimilação do primeiro i.]
Substantivo feminino.
1.Peneira com que se separa o trigo do joio: crivo.

Participaram :
Joe Brazuca - composição, arranjos, piano e teclados
Simão Abbud - Guitarras
Fred Coury - Saxofones
Ivo "Metralha" Smith - Bateria e Perc.
Ivo Gomes - Baixo

sábado, 6 de dezembro de 2008

Baião de 3 por 2 ( pra Denoraldo e Inaura...)



Trilha Sonora Original. (homenageou a poesia de Compulsão Diária e Marcos Pontes "Dueto", que pode ser lida abaixo:

"Dueto"


Denoraldo:
Venha cá, essa menina,
Não se faça de difícil.
Conheço tua vida e sina
Tu já se tornou meu vício,
Sei que dançou em Cajazeira,
Já cantou em São Patrício,
Arribou para Barreiras
E hoje está pro meu bulício.


Inaura:
É não, homem!
Você não vive sem ela,
Eu não vivo sem você.
Minha paixão valente
Agora é amor, meu bem.
Verdade verde conforme
Aquela tarde dentro imensa
Estrada aberta marginal

Denoraldo:
Ela é coisa que já foi
Num existe mais nós dois
Ela é vaca sem seu boi
Sou o outro do depois
É a ti que agora quero,
Meu guaiamum com arroz,
Pra ti sou home séro
Vem pra mim, ora, pois!


Inaura:
Verdadeiro amor que amo,
Querer bem sempre não é assim?
Gostar direito com seu coração no colo
Ninar seu sentimento, minha sorte
Ser chuva serena que acorda o rio,
Leva embora seu malfeito, traz a flor
E o vento fresco. Diz, então:
Vai, aventura afetuosa ser sua ela dele agora.


Denoraldo:
Santo Antônio me ouviu!
Monta de pronto na garupa
Voar pra serra como o pio
De anu preto. Upa! Upa!
Nossa estrela já surgiu
Brilhosa como niuma.
Nesse brilho me avio
Nova vida se apruma


(Compulsão Diária e Marcos Pontes)
Related Posts with Thumbnails