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Sou terra, por ter razões. Sou berro, se aberrações. Sou medo, porque me dou. Sou credo, se acreditou

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Meu bolero (de Ravel)




O 
teu
prazer
me chega
aos poucos, 

num crescendo
que me faz lembrar do
caminhar sonoro e baixo
duma orquestra sinfônica,
na batida silenciosa e contínua
até atingir a explosão magnífica
de uma plasticidades única e firme
como os últimos acordes orgásticos
dum bolero mui famoso, espetaculoso
onde ecoa até o meu infinito, de tudo que 

é seu, de mais íntimo, mais carnal e mais bonito...

Um comentário:

mARa disse...

a musicalidade tão presente na melodia do poema. Lindo!!

bjo!

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